Quando criança, o autor deste texto, que residia em Icoaraci, na grande Belém, tem vagas lembranças das idas ao centro de Belém pela Rodovia Arthur Bernardes, que passava praticamente dentro da Base Aérea de Belém, na altura da cabeceira 06 do Aeroporto Internacional de Val de Cans.
O que chamava a atenção, além é claro dos pousos e decolagens que ocorriam durante as passagens de poucos segundos pelo trecho, era um "avião antigo" parado sempre no mesmo local, parecendo esquecido em um pequeno elevado em um canto do sítio aeroportuário. Aquele avião parecia os que víamos nos desenhos animados. Me perguntava "o que ele faz ali?", "será que ainda voa?".
Pois bem, passados alguns anos, a relação com a aviação se estreitou e nos Portões Abertos e Spotters Days da vida enfim pude ver de perto tal avião. Era o Douglas DC-3 do Esquadrão Tracajá, da Força Aérea Brasileira.














